6 de janeiro de 2011

Concurso da Petrobras

A Petrobras está selecionando, por meio de concurso público, profissional graduado em jornalismo para atuar como Profissional de Comunicação Social Júnior. A vaga tem salário básico de R$ 3.821,16 e garantia de rendimento mínimo de R$ 5.770,31. Para concorrer à vaga é preciso, além de ter diploma de Ensino Superior em jornalismo, possuir registro no Ministério do Trabalho e Emprego.

O edital do concurso não especifica a cidade de lotação da vaga. As inscrições terão início no próximo dia 10 de janeiro de 2011 e seguem até o dia 27 de janeiro de 2011. A taxa de inscrição é de R$ 45. As provas serão aplicadas no dia 27 de fevereiro de 2011.

Veja abaixo a descrição do cargo, conforme publicado no edital do concurso público da Petrobras.

CARGO: Profissional de Comunicação Social Júnior – Jornalismo
REQUISITOS: certificado de conclusão ou diploma, devidamente registrado, de curso de graduação de nível superior, bacharelado, em Comunicação Social – Jornalismo, reconhecido pelo Ministério da Educação e registro no Ministério do Trabalho e Emprego, como Jornalista.
EXEMPLO DE ATRIBUIÇÕES: acompanhar, participar e executar atividades voltadas à produção de meios e conteúdos textuais e visuais para veiculação em meios impressos, digitais e interativos; redigir comunicados e informativos para Imprensa, bem como efetuar suporte na cobertura de ações e atividades da Companhia.
REMUNERAÇÃO: salário básico de R$ 3.821,16 com garantia de remuneração mínima de R$ 5.770,31.

O edital está aqui

Ministra-chefe da Comunicação


A jornalista Helena Chagas (foto) já assumiu o cargo de ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. No discurso, disse que "um excelente trabalho já foi feito. Franklin Martins não é um gigante só na altura", referindo-se à gestão do antecessor, que focou no trabalho de distribuição da publicidade oficial e no esforço de regionalização e de adoção de critérios técnicos de escolha de mídia.

A experiência profissional de Helena Chagas inclui análise política no jornal O Globo e no Jornal de Brasília, direção da sucursal de Brasília do SBT e direção do Blog dos blogs, do portal iG. Em gestão, ela foi diretora de jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e coordenadora de imprensa da presidenta Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral e na transição.

Para a nova ministra, o desafio agora é atender às necessidades do momento histórico. As pessoas deixam de ter um foco centrado em garantir a próxima refeição e passam a ter outros interesses, como o de saber e de participar da democracia.

5 de janeiro de 2011

Hábitos dos internautas

Uma ótima dica da Relações Públicas Maria Giulia Croce, da Embrapa Informática Agropecuária, sediada em Campinas (SP).
Estudo sobre hábitos dos internautas do Brasil, como utilizam a internet, quais sites passam mais tempo, quais Redes Sociais usam. Além de dar dicas de como explorar da melhor forma possível. A Serasa Experian Hitwise traz este estudo sobre o consumo da internet brasileira. Para conhecer é só clicar aqui

4 de janeiro de 2011

Secom no Governo Camilo

A nomeação da jornalista e professora Jacinta Carvalho para assumir a Secretaria de Comunicação do Estado do Amapá é mais um indicativo de que o recém-empossado governador do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), tem noção de que práticas de comunicação não significam apenas atividades midiáticas. Uma das características deste jovem político é a percepção de que o processo da comunicação é importante para uma sociedade participativa. Prova disso foi seu incentivo, enquanto deputado estadual, à mobilização de movimentos sociais para que a Conferência Estadual de Comunicação, em 2009, contasse com a voz dos interessados em geral, e não só dos técnicos desta área.

Ainda na fase da campanha eleitoral um grupo dedicou-se a elaborar um documento com os fundamentos de um modelo de Secom sintonizado com as diretrizes do Governo do PSB (e coligados) e o contexto da sociedade local. O passo seguinte, já com o novo governador diplomado, foi verificar os nomes aptos a gerir e supervisionar a operacionalização de produtos e serviços, sejam os complexos ou rotineiros. E assim chegou-se a Jacinta Carvalho, escolha coerente neste momento em que o novo Governo aposta na competência técnica, no planejamento e em procedimentos éticos de gestão e de relacionamentos para demover do senso comum a falácia de que a administração pública seria fadada à inoperância.

Para favorecer ainda mais meu otimismo na gestão da jornalista que assume a Secom, lembro sua afinidade com o grupo político que demonstra condições morais e técnicas para governar o Amapá com probidade. Outro aspecto favorável é que ciente de que a comunicação ampliou seu escopo de influência, Jacinta foi atuante em aplicar seus conhecimentos na execução do projeto Comunicação Popular, uma iniciativa do PSB voltada à capacitação de moradores de vários bairros de Macapá e Ilha de Santana em produção de textos, vídeos e outros instrumentos com potencial para ampliar as possibilidades de expressão para a conquista da cidadania.

Diante do reconhecimento da comunicação como insumo estratégico para dinamizar todas as atividades do Governo, o desafio agora – inovador - é investir na capacitação contínua dos dirigentes dos órgãos da administração direta e indireta, que constituem um dos públicos prioritários da comunicação institucional, para o entendimento da importância, do alcance e das vantagens da comunicação planejada. A palavra de ordem, neste caso, é adotar uma política de comunicação que defina procedimentos a serem observados por todos os órgãos de forma a tornar transparente a competência técnica de cada setor do Governo, seus objetivos, posicionamentos, e, principalmente, sua missão institucional. Entram em discussão o organograma da Secom, o regimento interno, as atribuições dos setores, a valorização da competência técnica desta área com a criação de cargos de assessoria em comunicação, a adequação do ambiente físico e a própria localização da Secom e o planejamento orçamentário-financeiro.

Tudo isso porque no dia-a-dia de uma gestão que pretenda incorporar o discurso e a prática da mudança anunciada pelo novo Governo, a comunicação planejada – com informações qualificadas - passa a ser realizada em todos os momentos, na relação entre o primeiro escalão e suas respectivas equipes, no contato com fornecedores, na interface com o Governo Federal, com as organizações não-governamentais e com os meios de comunicação. Nessa perspectiva, é que podem surgir procedimentos específicos para o relacionamento produtivo e profissional com a imprensa, considerando inclusive a quebra de paradigmas na relação comercial existente hoje com as empresas jornalísticas locais ao substituir integralmente a prática da “ajuda” (que, na maioria dos casos, têm o objetivo de interferir diretamente na linha editorial) por uma relação impessoal com os veículos, tratando-os como um dos públicos e não como canal de divulgação a serviço de um discurso unilateral.

Embora seja um assunto tabu, o fato é quase todos os dias a imprensa amapaense é classificada de jabazeira nas caixas de comentários dos blogs mais conceituados de Macapá. Essa percepção é apenas a ponta do iceberg. Na distribuição de verba pública para publicidade, há que se entender que existe a publicidade legal, a propaganda, os patrocínios, os anúncios em veículos de comunicação. E isso tudo é legítimo, não deveria jamais significar “ajuda” aos veículos e nem ser utilizado para troca de favores escusos e impublicáveis, achincalhes, chantagens, e, por consequencia, a desmoralização das atividades publicitária e jornalística.

Entenda-se por jabazeira, nesse caso, a prática de favorecer integralmente o noticiário ao discurso do Governo, mediante a “ajuda” financeira viabilizada por contratos geridos pela Secom, o que na prática anula qualquer possibilidade para controvérsias e questionamentos durante as entrevistas e na edição dos noticiários (impressos, rádio e TVs), afetando em cheio a credibilidade e reputação dos veículos ao mesmo tempo em que desvaloriza e precariza continuamente a profissão de jornalista no Amapá.

É um fato que não passa despercebido pelo grupo de habitantes – embora ainda reduzido, mas qualificado do ponto de vista de influenciador de opiniões – que tornou-se usuário das redes e mídias virtuais, onde a interatividade instantânea e facilidade de operacionalizar faz de qualquer cidadão (com acesso à internet) um receptor bem mais ativo do que o baseado no modelo de comunicação de Aristóteles (emissor – mensagem – receptor), subvertendo a ordem da mensagem unilateral pela troca e influência recíproca de informações e opiniões.

Além de contribuir para reduzir – ou quem sabe, eliminar - a pecha de jabazeira, que vem caracterizando a imprensa do Amapá, por meio da profissionalização e transparência das relações da Secom com os veículos, será edificante também aplicar os princípios do jornalismo nos produtos da própria Secretaria, eliminando a personalização nos textos, por exemplo, e compreendendo que a Assessoria divulga e defende e a imprensa questiona (ou pelo menos, deveria). Ou seja, cada esfera cumprindo seu papel na perspectiva de valorizar a atividade de comunicação no Amapá.

3 de janeiro de 2011

Atendimento presencial

O atendimento presencial, no guichê da repartição, é a forma preferida de 60 % da população. Apenas 35% utilizam a internet para buscar os mesmos serviços, seja em âmbito federal, estadual ou municipal. É o que afirma a pesquisa "TIC Governo Eletrônico" feita pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic). A pesquisa englobou 157 municípios e entrevistou três mil pessoas com mais de 16 anos e representantes de 650 empresas. Veja como ter acesso ao documento completo clicando aqui.

Palestra de Franklin Martins

Em setembro do ano passado, o ex-ministro da Comunicaçao da Presidência da República, Franklin Martins, proferiu palestra sobre os desafios do órgão. Ele aproveitou para fazer um balanço da atuação da Secom nos últimos anos. Como o diagnóstico ainda é considerado atual, creio que vale a pena consultar. Os interessados devem clicar aqui

Redes sociais

O Ibope disponibilizou uma pesquisa sobre as redes sociais no Brasil.
Conheça aqui.

Revista poliTICs

A revista poliTICs traz artigos sobre experiências concretas em modelos de políticas públicas e regulação de tecnologias da informação, comunicação e cultura frente a digitalização dos meios e a convergência tecnológica. Os textos estão disponíveis aqui.