Banco do Brasil recebe doações para as vítimas de Alagoas e Pernambuco
As contas para as doações são:
Alagoas
Agência: 3557-2
Conta corrente: 5.241-8
Favorecido: C B M AL Defesa Civil
Pernambuco
Agência: 1836-8
Conta corrente: 100.000-4
Favorecido: CCFBB - Comitê Cidadania Funcionários BB
Correios
Os Correios estão recebendo donativos, em todo o Brasil, para os
desabrigados pelas enchentes no Estado de Alagoas. Poderão ser doados
alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho,
calçados, tendas e barracas.
Os produtos deverão ser embalados pelo doador, em pacotes que não excedam
30 quilos, e entregues nas agências dos Correios. A postagem dos donativos
será gratuita. Devem-se evitar embalagens frágeis, que possam se romper
durante o manuseio e transporte.
A encomenda deve ser endereçada à:
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil
de Alagoas, Rua Lavenere Machado, nº 80 – Trapiche da Barra – Maceió/AL –
CEP: 57010-383, não sendo permitido o envio a pessoas físicas, órgãos ou
entidades.
29 de junho de 2010
17 de junho de 2010
Governo divulga o Brasil na Copa

Até 11 de julho, funciona em Joanesburgo, África do Sul, o projeto Casa Brasil 2014, iniciativa do governo federal para divulgar as potencialidades do Brasil como próxima sede do evento.
Além do futebol, o espaço, com mais de 3 mil metros quadrados em um centro de convenções, prioriza atrativos turísticos, culturais, gastronômicos, econômicos e tecnológicos. Estão presentes representantes de cada uma das 12 cidades-sede dos jogos da Copa de 2014, divulgando os atrativos de suas regiões. A Casa é organizada pelos ministérios do Esporte, Turismo, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e Ciência e Tecnologia.
Uma das atrações é a exposição de troféus do futebol brasileiro, inclusive a taça Jules Rimet, além dos uniformes utilizados pelos jogadores nas cinco copas em a seleção brasileira foi campeã do mundo. Assista aqui ao vídeo da chegada dos troféus.
O Governo criou um mini-site da Copa do Mundo no Portal Brasil, que inclui informações sobre a seleção ao longo da história das copas.
fonte: Sicom
16 de junho de 2010
Da "recortagem" à liderança de equipe
Concentração nas notícias on line...pronto pra fotografar mais uma sessão. Everlando Mathias de Sousa, 44, é o segundo na hierarquia do Departamento de Comunicação Social da Assembléia Legislativa do Amapá. Cearense, Mathias está por aqui desde 1993. Mas a vivência na região Norte vem de muito antes. Ele recorda que em 1976, durante o governo da Ditadura Militar, desembarcou em Altamira, cidade do Pará localizada na Transamazônica, cheio de vontade de trabalhar com notícias.
Primeiro, foi a "recortagem", como é a chamada a prática da leitura em rádio das matérias veiculadas nos impressos. Pouco tempos depois apresentou um programa musical de rádio, das 20h até meia-noite. O desembaraço com a locução lhe rendeu um convite para trabalhar na afiliada da Band em Altamira. Em qual função?! Tipo assim, um "Severino". "Em todas, porque eu era o repórter, o apresentador, o pauteiro, o faz tudo". No início, não foi exatamente na maior tranquilidade. "Lembro que no primeiro dia como apresentador, meus joelhos batiam um no outro o tempo todo. Fiquei nervoso demais". A ousadia que deu certo foi o passaporte para a TV Altamira, afiliada da Globo, onde Mathias passou a ser o responsável pelos três telejornais da emissora.
De malas prontas para Santarém (oeste do Pará), deu meia volta e tomou o rumo do Amapá. Já conhecia Macapá, a cidade que lhe acendia boas lembranças de contatos breves com os homens da comunicação Eraldo Trindade, Edi Prado e Domiciano Gomes. Chegando novamente em Macapá, desta vez de mala e cuia, conseguiu um emprego na Rádio 102 FM como "repórter de linha", que hoje em dia é o chamado repórter de campo.
Jornalista de várias frentes, tempos depois assumiu a editoria do jornal "Amapá Estado". Foi em Macapá que Mathias teve a oportunidade de, pela segunda vez, trabalhar com assessoria de imprensa. Como o deputado estadual assessorado não foi reeleito, e logicamente ele ficou sem emprego, aceitou convite para reportagem do jornal O Liberal (sediado em Belém), que instalava sucursal em Macapá. Foi a época de ira pra rua, apurar as pautas das editorias de cidades e polícia.
O retorno à Assembléia Legislativa veio em 1995, com o sim ao convite do coordenador do Departamento de Comunicação, Marco Antônio Ferreira de Melo. Ciente da importância do trabalho de assessoria, que exige tempo e empenho dos que imprimem profissionalismo nesta seara, Mathias deixou o jornal e dedicou-se à assessoria. Atualmente, lidera junto com Marco Antônio Ferreira de Melo uma equipe de 12 pessoas, sendo sete jornalistas, além de fotógrafo, cinegrafista e pessoal de apoio.

A rotina oficialmente começa às 8h e vai até às 14h, sendo que tem sempre um plantão diário com dois jornalistas até.....bem, até a hora que encerrarem os trabalhos legislativos do dia. A produção é focada no atendimento da demanda para "alimentar", como se diz no jargão jornalístico, o site da Assembléia, o jornal impresso e, claro, pautar a imprensa em geral. "Nossa demanda é grande, temos 14 comissões permanantes, as comissões temporárias como a CPI da Mineração, por exemplo. Alguns deputados que presidem as comissões sugerem o jornalista (da equipe da Assembléia) que preferem cobrindo determinado assunto", falou Mathias, ao mesmo tempo em que atendia uma repórter do Diário do Amapá, um olho no monitor de vídeo do Plenário, outro nos e-mails e falando ao telefone com algum pauteiro.
E por falar em telefone, agora Mathias tem novo celular (ele usa o pessoal para trabalhar). Meio que forçado, porque o anterior foi roubado e, por isso, depois de muitos anos ele teve a experiência de ficar um mês livre das chamadas durante o dia inteiro. Mas tanta experiência felizmente não deixou Mathias na sombra da acomodação, em 2011 ele pretende ingressar no curso de Comunicação e conquistar cada vez mais conhecimento a serviço do aperfeiçoamento da sua prática profissional.
"Quebrou a língua"
O vídeo Quebrou a língua - Gente, cultura, cidadania e esperança foi selecionado para o II Circuito Tela Verde 2010, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
A produção vai compor o kit de quatro DVDs com os melhores trabalhos que serão enviados para 1.100 espaços exibidores em todo o Brasil. Comunidades rurais e urbanas, remanescentes de quilombolas, cooperativas de catadores, assentamentos, entre outros terão acesso ao material como forma de divulgação de experiências e motivação ao debate sobre tems ambientais. O vídeo tem 28 minutos de duração.
Quebrou a Língua tem a direção do jornalista Elias Rodrigues, da Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), com a supervisão do pesquisador Agostinho Dirceu Didonet, da Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO).
Para assistir ao vídeo basta acessar http://www.youtube.com/user/circuitotv2
A produção vai compor o kit de quatro DVDs com os melhores trabalhos que serão enviados para 1.100 espaços exibidores em todo o Brasil. Comunidades rurais e urbanas, remanescentes de quilombolas, cooperativas de catadores, assentamentos, entre outros terão acesso ao material como forma de divulgação de experiências e motivação ao debate sobre tems ambientais. O vídeo tem 28 minutos de duração.
Quebrou a Língua tem a direção do jornalista Elias Rodrigues, da Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), com a supervisão do pesquisador Agostinho Dirceu Didonet, da Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO).
Para assistir ao vídeo basta acessar http://www.youtube.com/user/circuitotv2
12 de junho de 2010
A química do amor
Porque hoje é Dia dos Namorados, o blog também fica romântico.
Por Affonso Romano de Sant’Anna
Ela disse:
- Escreve uma crônica sobre o amor, vai!
- Mas, não faço outra coisa - ponderei. Escrevo sobre o meu desesperado amor pelo Brasil, meu consolador amor pelos livros, meu amor pelas pessoas e paisagens desta cidade e até sobre o amor escrevo.
Mas o pedido "escreve uma crônica sobre o amor", coincidentemente, foi feito no dia em que anunciaram que a revista "Times" estava publicando uma revolucionária matéria explicando cientificamente o que é o amor. Anunciada com estardalhaço nos jornais e televisão, tal matéria prometia ser tão revolucionária quanto a descoberta da cura do câncer ou da AIDS. Seria o amor uma doença, cujas bactérias finalmente foram isoladas?
Lamento, mas devo informar-lhes que a matéria da "Times" é um blefe. Minha amiga Sofia matou na cabeça:
- Fizeram uma mistura de coisas que vêm sendo ditas sobre a química do amor há vários anos e apresentaram como nova. É um golpe jornalístico. Não tinham assunto e requentaram o velho com nova forma.
Fui aos alfarrábios e recortes. Era verdade. Isto que a revista americana estava alardeando tem já uns 20 anos. Quando lerem essa crônica e descobrirem isso lá em Nova York, o editor será posto na rua.
Afinal, o que dizia a revista?
Descreve o mecanismo químico que ocorre nos amantes quando se vêem ou se tocam. Constataram que a mudança de pulsação, de respiração ou ficar enrubescido etc., tudo isso se dá porque o cérebro secreta substâncias primas das anfetaminas, como a dopamina e a norepinefrina. Refere-se a reportagem ainda à feniletilamina, que começa a ser produzida sempre que a gente vê um joelho majestoso, uma coxa sublime, uma boca iridescente e aqueles cabelos esfogueados.
O diabo é que isto é que é dado como descoberta de Anthony Walsh ou Helen Fisher já estava no livro de Michael R. Liewbowtiz - "The chemistry of love", de vários anos atrás. Para ele, a química do cérebro é responsável por uma série de dificuldades amorosas. Isto de ficar se apaixonando logo à primeira vista, que se pensava ser uma leviandade, não passaria de uma certa característica química do cérebro. Ficar também na fossa depois de o amor acabar é outro defeito químico. Por isto, aliás, é que muita gente parte logo para umas bolinhas, para levantar o ego. Até mesmo essa mania de gostar de quem não gosta da gente tem lá suas razões químicas. E por aí ele vai avassaladoramente ponderando que mesmo essas paixões impossíveis que se tem por estrelas de cinema e televisão, isto, e até a paixão pelo patrão ou pela gerente, pelo professor ou professora, médica ou médico, tudo está explicado nessa química.
Quer dizer, os americanos estão tentando acabar com o amor há muito tempo. Se fosse no tempo da guerra fria, eu diria, como alguns nacionalistas remanescentes, que isto é um plano da CIA; estão tirando a única coisa que sobrou para os povos do Terceiro Mundo, o amor, o afeto, a paixão.
Com efeito, há cerca de 15 anos a National Science Foundation deu a uma professora de Minessota, Ellen Bercheid, US$ 84 mil para estudar o "amor romântico". Quem não gostaria de receber essa bolsa? Vejam, a professora Ellen ganhando uma nota para isso e a gente tentando entender o amor gratuitamente.
Eu faria mais barato. Eu, Camões, Shakespeare, Dorival Caymmi e qualquer compositor popular.
Se a questão, no entanto, é quantificar as emoções do corpo, podemos citar a Dra Martine Mourier numa tese que escreveu sobre o beijo. O que vocês estão pensando que é o beijo? Nada disto. Quando duas pessoas se beijam, cientificamente, ocorre o seguinte: o pulso passa de 70 para 150 batidas por minuto. Vinte e nove músculos entram em ação, dos quais 12 pertencem à língua. Os que se beijam trocam cerca de nove miligramas de água, 0,7 gramas de albumina, 0,18 gramas de substâncias orgânicas, 0,74 miligramas de gorduras e 0,497 miligramas de sal.
Foi isto que ocorreu quando Clark Gable beijou Vivian Leigh ali ao pé daquela escada em "O Vento Levou". Mas por que será que em certos beijos a gente sente que não está trocando nada, a não ser "a lot of germs" como diz a canção? Ou melhor, quando a gente beija ou vai para a cama com alguém que ama, o que a gente está trocando além dessa química?
A essas alturas percebo que devo tornar mais claro algo que está no subtexto desta crônica. Não sou contra que se estabeleçam a química e a fórmula do amor. Ao contrário. Em matéria de amor, vale a lei dos gourmets. Quem sabe a receita do que está comendo come com duplo prazer, com o paladar e com o cérebro. E quando todos tiverem na sua cartela de identidade a fórmula química de sua personalidade e de seu jeito de amar, os amantes poderão fazer variações incríveis. Se, sem saber as fórmulas já conseguimos banquetes inolvidáveis, imaginem ver no cardápio amoroso a prescrição do que degustaremos na cama e mesa!
Por Affonso Romano de Sant’Anna
Ela disse:
- Escreve uma crônica sobre o amor, vai!
- Mas, não faço outra coisa - ponderei. Escrevo sobre o meu desesperado amor pelo Brasil, meu consolador amor pelos livros, meu amor pelas pessoas e paisagens desta cidade e até sobre o amor escrevo.
Mas o pedido "escreve uma crônica sobre o amor", coincidentemente, foi feito no dia em que anunciaram que a revista "Times" estava publicando uma revolucionária matéria explicando cientificamente o que é o amor. Anunciada com estardalhaço nos jornais e televisão, tal matéria prometia ser tão revolucionária quanto a descoberta da cura do câncer ou da AIDS. Seria o amor uma doença, cujas bactérias finalmente foram isoladas?
Lamento, mas devo informar-lhes que a matéria da "Times" é um blefe. Minha amiga Sofia matou na cabeça:
- Fizeram uma mistura de coisas que vêm sendo ditas sobre a química do amor há vários anos e apresentaram como nova. É um golpe jornalístico. Não tinham assunto e requentaram o velho com nova forma.
Fui aos alfarrábios e recortes. Era verdade. Isto que a revista americana estava alardeando tem já uns 20 anos. Quando lerem essa crônica e descobrirem isso lá em Nova York, o editor será posto na rua.
Afinal, o que dizia a revista?
Descreve o mecanismo químico que ocorre nos amantes quando se vêem ou se tocam. Constataram que a mudança de pulsação, de respiração ou ficar enrubescido etc., tudo isso se dá porque o cérebro secreta substâncias primas das anfetaminas, como a dopamina e a norepinefrina. Refere-se a reportagem ainda à feniletilamina, que começa a ser produzida sempre que a gente vê um joelho majestoso, uma coxa sublime, uma boca iridescente e aqueles cabelos esfogueados.
O diabo é que isto é que é dado como descoberta de Anthony Walsh ou Helen Fisher já estava no livro de Michael R. Liewbowtiz - "The chemistry of love", de vários anos atrás. Para ele, a química do cérebro é responsável por uma série de dificuldades amorosas. Isto de ficar se apaixonando logo à primeira vista, que se pensava ser uma leviandade, não passaria de uma certa característica química do cérebro. Ficar também na fossa depois de o amor acabar é outro defeito químico. Por isto, aliás, é que muita gente parte logo para umas bolinhas, para levantar o ego. Até mesmo essa mania de gostar de quem não gosta da gente tem lá suas razões químicas. E por aí ele vai avassaladoramente ponderando que mesmo essas paixões impossíveis que se tem por estrelas de cinema e televisão, isto, e até a paixão pelo patrão ou pela gerente, pelo professor ou professora, médica ou médico, tudo está explicado nessa química.
Quer dizer, os americanos estão tentando acabar com o amor há muito tempo. Se fosse no tempo da guerra fria, eu diria, como alguns nacionalistas remanescentes, que isto é um plano da CIA; estão tirando a única coisa que sobrou para os povos do Terceiro Mundo, o amor, o afeto, a paixão.
Com efeito, há cerca de 15 anos a National Science Foundation deu a uma professora de Minessota, Ellen Bercheid, US$ 84 mil para estudar o "amor romântico". Quem não gostaria de receber essa bolsa? Vejam, a professora Ellen ganhando uma nota para isso e a gente tentando entender o amor gratuitamente.
Eu faria mais barato. Eu, Camões, Shakespeare, Dorival Caymmi e qualquer compositor popular.
Se a questão, no entanto, é quantificar as emoções do corpo, podemos citar a Dra Martine Mourier numa tese que escreveu sobre o beijo. O que vocês estão pensando que é o beijo? Nada disto. Quando duas pessoas se beijam, cientificamente, ocorre o seguinte: o pulso passa de 70 para 150 batidas por minuto. Vinte e nove músculos entram em ação, dos quais 12 pertencem à língua. Os que se beijam trocam cerca de nove miligramas de água, 0,7 gramas de albumina, 0,18 gramas de substâncias orgânicas, 0,74 miligramas de gorduras e 0,497 miligramas de sal.
Foi isto que ocorreu quando Clark Gable beijou Vivian Leigh ali ao pé daquela escada em "O Vento Levou". Mas por que será que em certos beijos a gente sente que não está trocando nada, a não ser "a lot of germs" como diz a canção? Ou melhor, quando a gente beija ou vai para a cama com alguém que ama, o que a gente está trocando além dessa química?
A essas alturas percebo que devo tornar mais claro algo que está no subtexto desta crônica. Não sou contra que se estabeleçam a química e a fórmula do amor. Ao contrário. Em matéria de amor, vale a lei dos gourmets. Quem sabe a receita do que está comendo come com duplo prazer, com o paladar e com o cérebro. E quando todos tiverem na sua cartela de identidade a fórmula química de sua personalidade e de seu jeito de amar, os amantes poderão fazer variações incríveis. Se, sem saber as fórmulas já conseguimos banquetes inolvidáveis, imaginem ver no cardápio amoroso a prescrição do que degustaremos na cama e mesa!
6 de junho de 2010
Mercado da assessoria digital
Não é mais uma tendência, a assessoria digital já é uma realidade.
Mídia social digital, um assunto para chamar de seu
Por Lúcia Faria
É impressionante como nos últimos meses temos sido impactados pela expressão "mídia social". São ofertas de cursos, eventos, matérias nas revistas e jornais, conversas com amigos, com a família. Eu nunca tinha visto até então um assunto tão debatido no nosso meio profissional. Dá até desânimo de escrever a respeito, pois qualquer coisa que se diga aqui já foi comentada em algum blog, no Twitter, no Facebook.
Para ler o texto completo clique aqui
E-GOV E REDES SOCIAIS
Participação real ou espetáculo?
Por Gilda Maria Azevedo
O aumento da oferta de redes virtuais talvez possa ser explicado não só pela onipresença e democratização das TICs, como também pelo aprofundamento da desmobilização social que se percebe a cada dia: conhecemos pessoas no mundo todo e, muitas vezes, pouco ou nada do nosso vizinho ou do local em que vivemos.
Texto completo aqui
Mídia social digital, um assunto para chamar de seu
Por Lúcia Faria
É impressionante como nos últimos meses temos sido impactados pela expressão "mídia social". São ofertas de cursos, eventos, matérias nas revistas e jornais, conversas com amigos, com a família. Eu nunca tinha visto até então um assunto tão debatido no nosso meio profissional. Dá até desânimo de escrever a respeito, pois qualquer coisa que se diga aqui já foi comentada em algum blog, no Twitter, no Facebook.
Para ler o texto completo clique aqui
E-GOV E REDES SOCIAIS
Participação real ou espetáculo?
Por Gilda Maria Azevedo
O aumento da oferta de redes virtuais talvez possa ser explicado não só pela onipresença e democratização das TICs, como também pelo aprofundamento da desmobilização social que se percebe a cada dia: conhecemos pessoas no mundo todo e, muitas vezes, pouco ou nada do nosso vizinho ou do local em que vivemos.
Texto completo aqui
2 de junho de 2010
Fotografia rural
Na foto, Tomé de Sousa Belo, agricultor da comunidade do Carvão (Mazagão-AP)Estão abertas as inscrições para o II Concurso de Fotografia Rural de Piratuba/SC, que devem ser feitas pelos correios ou nos escritórios municipais da Epagri até o dia 20 de agosto deste ano.
Os interessados podem participar com até duas fotos, sendo uma em cores e outra em preto e branco, dentro da temática “O cotidiano do homem do campo”, mostrando o ser humano em meio a sua vida e trabalho no universo rural.
Serão premiadas as três melhores fotografias em cada uma das duas categorias (preto e branco e colorido). Além do troféu, os vencedores vão receber um prêmio em dinheiro, sendo mil reais para o primeiro lugar, R$ 700,00 para o segundo e R$ 500,00 para o terceiro.
O resultado do concurso será divulgado no dia 25 de setembro.
As cinquenta melhores fotos serão expostas no hall de entrada do Centro de Eventos de Piratuba, de 22 a 25 de setembro, durante o II Festival Nacional de Cinema e Vídeo Rural de Piratuba e II Feira Regional da Agricultura Familiar.
O regulamento pode ser obtido no seguinte endereço:
http://www.festivaldecinemapiratuba.com/regulamento_concurso_foto.php
Fonte: Epagri
1 de junho de 2010
Dia da Imprensa

Os colegas da velha guarda sempre estranham quando chega o 1º de junho e falamos que é o Dia da Imprensa. É que o dia da imprensa no Brasil desde o ano 2000 deixou de ser 10 de setembro para ser comemorado em 1º de junho.
E por que antes era 10 de setembro? O texto mais interessante que li hoje sobre essa questão é da jornalista Haceldama Borba, publicado no site da Associação Paraibana de Imprensa.
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